O conceituado jornal americano New York Times divulgou em matéria da úlima quinta dia 22/07, que o jornalismo on line está deixando os repórteres à beira de um ataque de nervos. A busca constante por conteúdo em tempo real exige bem mais trabalho dos profissionais que tem produzir as reportagens em tempo muito mais rápido do que no jornal impresso. O New York Times aponta que a adrenalina na epoca do jornal impresso se concentrava na hora do fechamento da edição, quanto que, no jornalismo on line, os jovens profissionais tem que apresentar conteúdo durante todo o expediente. Duy Linh Tu, coordenadora do programa de mídia digital da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, afirmou estar preocupada com seus alunos. "Quando meus alunos aparecem para uma visita, eles carregam a exaustão de uma pessoa que vem trabalhando há uma década, não um par de anos". De acordo com a reportagem, outro motivo da fadiga pode estar no tipo de notícia que os repórteres são obrigados a buscar para preencher as necessidades dos meios digitais. Em vez de se dedicar à busca física pela matéria, os repórteres navegam na Internet à procura de qualquer assunto que possa gerar pageviews. Com certeza a carga de informações diárias e sua veiculação com advento da internet obriga os propfissionais a estarem atentos a todo segundo.
O conceituado jornal americano New York Times divulgou em matéria da úlima quinta dia 22/07, que o jornalismo on line está deixando os repórteres à beira de um ataque de nervos. A busca constante por conteúdo em tempo real exige bem mais trabalho dos profissionais que tem produzir as reportagens em tempo muito mais rápido do que no jornal impresso. O New York Times aponta que a adrenalina na epoca do jornal impresso se concentrava na hora do fechamento da edição, quanto que, no jornalismo on line, os jovens profissionais tem que apresentar conteúdo durante todo o expediente. Duy Linh Tu, coordenadora do programa de mídia digital da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, afirmou estar preocupada com seus alunos. "Quando meus alunos aparecem para uma visita, eles carregam a exaustão de uma pessoa que vem trabalhando há uma década, não um par de anos". De acordo com a reportagem, outro motivo da fadiga pode estar no tipo de notícia que os repórteres são obrigados a buscar para preencher as necessidades dos meios digitais. Em vez de se dedicar à busca física pela matéria, os repórteres navegam na Internet à procura de qualquer assunto que possa gerar pageviews. Com certeza a carga de informações diárias e sua veiculação com advento da internet obriga os propfissionais a estarem atentos a todo segundo.
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